Desafio Literário: 12 livros para 2018

Se alguns gostam de colecionar tênis (como meu marido), minha paixão é colecionar livros. Desde pequena sempre li muito, mas foi apenas depois de “grandinha” que decidi abrir este canal para falar sobre o assunto. Não sou perita, porém aprendo muito com dois “booktubers” que acompanho sempre: a Tatiana Feltrin, do TLT, e o Victor Almeida, do Geek Freak. Eles já têm seus canais há um bom tempo e serviram de inspiração para a criação do meu, na metade deste ano: o Limões & Mexericos.

E como já estamos no fim de novembro, é tempo de fazer a tão aclamada lista de “12 livros para 2018”. É a primeira vez que me proponho a esse desafio literário, mas resolvi entrar nessa e ter (bons) motivos para ler muito no ano que vem. Lembrando que o canal volta em dezembro e já teremos algumas coisas para compartilhar até o fim do ano.

Minha lista de 12 livros para 2018:

1. Em algum lugar nas estrelas, de Clare Vanderpool

2. A menina submersa: memórias, de Caitlin R. Kiernan

3. Redação para o ENEM, de Murilo Oliveira de C. Coelho

4. A Revolução dos Bichos, de George Orwell

5. 1984, de George Orwell

6. Emma, de Jane Austen

7. Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski

8. O Conto da Aia, de Margaret Atwood

9. Os Lusíadas, de Luis Vaz de Camões

10. Romeu e Julieta, de William Shakespeare

11. Homens Imprudentemente Poéticos, de Valter Hugo Mãe

12. Mulheres Exemplares, de Miguel de Cervantes

Muitos desses livros já estão na estante, só esperando para serem lidos e outros estão há algum tempo na minha lista de desejos da Amazon. Se quiser me dar algum presente de Natal, está aí uma dica!

Então em Janeiro, começamos este desafio. Lembrando que ele pode ser o seu desafio também e a cada mês conversarmos sobre ele no canal do Limões no Youtube e por aqui também. E aí, tem sua lista de 12 livros para 2018 também? Compartilha comigo!

 

 

 

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Músicas que me fazem bem

Nada que uma playlist calma, e de preferência, de piano instrumental, não cure. Posso estar incrivelmente estressada, chegar em casa um caco, me sentir desconectada comigo mesma. Basta colocar uma música calma e muito bem tocada ao piano para eu me sentir em casa.

Sempre tive uma relação estreita, porém conflituosa com a música, pois por mais que ela faça parte da minha vida, como praticante não sou a pessoa mais focada. Por não poder tocar, escuto. Hoje foi um desses, em que cheguei em casa com os ouvidos pedindo calmaria. Achei uma playlist ma-ra para isso e achei que seria válido compartilhar com vocês.

Precisa de calma, voltar ao centro e se sentir mais equilibrado (a). Dá o play e relaxe!

Resumo do Mês: Novembro

Estou de volta sociedade! Depois de uns meses aprendendo a ser professora e a cumprir os deveres da rotina escolar, cá estou com o blog novamente. O canal volta em dezembro, mas por enquanto espero vocês aqui mesmo. Confesso que até minhas leituras estacionaram, porém estou muito concentrada em duas obras no momento e em algumas séries muito interessantes.

E por que não compartilhar com vocês?

A título de curiosidade, sim, a vida está caótica e  quase arranquei os cabelos algumas vezes. Quando foi que ser adulto se tornou tão complicado e cheio de coisas para resolver? Algumas vezes eu até queria fazer algo, mas confesso que aproveitei os feriados todos para dormir, e dormir, e dormir só mais um pouquinho. Ser professora, empreendedora, esposa e universitária tem sido meu #desafiodasgaláxias.

 

Bom, mas vamos para o tal resumão do mês (que nem faz muito sentido porque novembro nem acabou kkk). Na real, tenho absoluta certeza que não conseguirei aparecer muito por aqui nos próximos dias, e quiçá no restante do mês, então já vamos adiantar a conversa que é melhor!

Lendo

Dizem que a esperança é a última que morre. E assim prossigo na tentativa de finalizar A Peste, do Albert Camus. Não é que não gostei da obra, mas sua leitura é densa, angustiante e não consegui dar a atenção devida com tantas redações para corrigir. A coisa boa é que voltei a colocá-lo na mochila, então, enquanto volto pra casa de ônibus, me coloquei a meta de finalizá-lo até o fim deste mês. Me cobrem uma resenha depois, ok?

Outra leitura que estou nos finalmente é O Exército de um Homem Só, do Moacyr Scliar. Essa foi uma grata (e engraçada) surpresa que minhas aulas de literatura me proporcionaram neste semestre. Mayer é um dos personagens mais excêntricos que já conheci e estou completamente fascinada em sua disposição em ver a vida de forma tão utópica. Com certeza iremos conversar sobre esse livro por aqui (e no canal também! Aproveita e já se inscreve).

leituras-atuais

Assistindo

Meu senhor amado, não sei o que sentir em relação a 3 séries que comecei no último mês. A primeira da lista é Outlander. Não sei se existem palavras para descrever aquele cenário incrível da Escócia somado a uma história envolvente, mítica e com todos os elementos de antiguidade que amo absurdamente. Não gosto muito de ler os livros que são adaptados para filmes, porque acho que perde um pouco da graça, mas sempre há exceção para tudo nesta vida.

A segunda série que comecei foi Call the Midwife. No começo eu achei os episódios um pouco lentos e quase desisti. Porém com o passar no tempo a história ganha personagens ricos e, o que mais gosto nesta série, humanos. Narrado por uma parteira no fim dos anos 50, os episódios se entrelaçam entre a vida dos moradores do subúrbio do Londres e a própria vida das parteiras da Casa Nonato. Ainda bem que dei uma chance!

Alias Grace foi a última série que terminei esse mês. Ela não é muito grande, porém os 6 episódios me fizeram sair correndo para comprar o livro (olha eu quebrando minhas regras). Com certeza ainda vamos falar sobre essa obra de Margaret Atwood que foi recentemente adaptada pela Netflix. Entrou para a minha lista de favoritos de 2017.

Empreendendo

As coisas na Patiá estavam a todo vapor, mas agora estamos entrando em uma época de baixas, porém planejando os novos rumos para 2018. Muita coisa mudou neste semestre e a empresa também. Entramos de férias logo mais, porém preparando vários projetos novos para o novo ano que se aproxima.

Assuntos Capilares

Decidi deixar meus cabelos assumirem seu formato natural: o ondulado. Com a correria do dia a dia me liguei que não tenho mais paciência para morrer sentada num salão fazendo progressiva, muito menos em casa, alisando as madeixas com a chapinha. Fui lá, comprei um monte de produtinhos ma-ra para cabelos ondulados e estou testando. Só pela hidratação já daria umas 5 estrelas.

Pois estão é isso! Estou de volta, estou na correria, porém com a mesma cara lavada de sempre para falar sobre todas as minhas descobertas literárias e da vida. A gente vai, mas volta. E assim levamos a vida. O que andam fazendo?

 

Criando Novos Hábitos: Esboce sua Rotina

Este post faz parte da série Ponto de Equilíbrio.Você pode conferir os outros posts aqui! 

 

Talvez um dos pontos mais difíceis na mudança de vida que tanto desejamos esteja na força que nossos maus hábitos têm sobre nós. Querendo ou não, tudo parte daí. Quando comecei a ler o livro O Ponto de Equilíbrio estava em frangalhos e precisava mudar algo em minha vida, pois meu estômago já estava gritando por socorro e meu emocional também. Tudo o que eu queria era tranquilidade.

E por mais que este seja um estado de espírito, muitos dos meus hábitos me levavam na direção contrária. Quanto mais tempo passava nutrindo a minha ansiedade, mais doente eu ficava e menos tranquila estava com relação ao meu futuro.

Carter diz que o desenvolvimento de hábitos precisa ser despretensioso. Nada de colocar expectativas demais nesse processo, porque ele precisa ser tranquilo para o “elefante” – representação dos nossos hábitos no livro. O condutor – que somos nós- tem pouca energia para guiar o elefante por longos períodos de tempo. Por isso, começar com pequenos passos é o princípio de tudo.

Hoje vamos falar sobre a primeira dica para começar esse processo. Vamos lá?

Dica 1: Esboce um rascunho da sua rotina

Como tudo na vida, você precisa saber onde está para conseguir traçar um plano em outra direção. Sendo assim, o primeiro passo é “passar algum tempo projetando o hábito ou rotina que você gostaria de criar”. Mas por que planejar?

Voltamos a história do elefante e do condutor. Como o mau hábito já está criado, ou seja, seu elefante age da mesma forma no modo automático, é necessário criar um “plano de voo” que inclua exatamente o que o elefante precisa fazer quando estiver no piloto automático.

Por exemplo, eu preciso beber mais água. Não é algo muito natural para mim ficar bebendo água, mesmo trabalhando em casa. Porém esse é um hábito que preciso desenvolver e percebi que quando tenho uma garrafa cheia de água perto de mim, consumo mais água naturalmente.

A chave é descobrir onde a rotina começa.

Crie algum tipo de recompensa rápida

A cada novo hábito desenvolvido e mantido (não adianta fazer um mês e parar), estipule uma recompensa instantânea e que crie um reforço positivo em seu cérebro. Não precisa ser algo que dependa de terceiros ou gastos financeiros.

No meu exemplo, quando bebo a quantidade de água recomendada pra mim danço pela casa ao som das minhas músicas preferidas. É só dar play e pronto! Meu cérebro recebe automaticamente um reforço positivo para o meu novo hábito. Isso me ajuda a mantê-lo e consequentemente me deixa mais feliz e saudável.

Sua recompensa rápida precisa possibilitar e fortalecer sua saúde e felicidade. Já temos culpas demais na rotina e a ideia é ir se livrando delas com hábitos e atitudes positivas. É difícil no começo, até porque o elefante é maior que você, mas as trilhas são abertas aos poucos e com bons reforços positivos.

A maioria das pessoas não se dedica a construir uma rotina, por isso às vezes perde o controle das coisas. Como as seis da manhã não tenho muito controle, preciso da ajuda do piloto automático.

Carter

O importante é não desistir. Lembre-se: tolerar um pouco de desconforto faz parte do processo de crescimento.

 

O que te impede de ser você?

Uma das perguntas mais difíceis que me faziam há 3 anos e que eu me enrolava para responder é: Quem é você? Na maioria das vezes eu engasgava. Em outras, dava respostas tão vagas e superficiais que me incomodavam muito. Então ontem eu vi esse vídeo incrível na minha timeline do Facebook e pude parar mais uma vez para pensar a respeito desse assunto.

A gente sempre coloca o fim da vida como a linha final para estarmos neste mundo. Para sermos relevantes e termos um papel a cumprir. Porém durante muitos anos, e quem sabe a vida toda, somos todas as pessoas que os outros querem que sejamos, menos a que queremos ser.

Você é você ou você é um personagem?

Eu fiz essa pergunta para o meu terapeuta há 2 anos. E ela me abriu possibilidades e respostas que hoje me fazem saber um pouco melhor quem eu sou. A mensagem desse vídeo é inspiradora e traz inúmeros questionamentos.

O que te impede de ser quem você (realmente) é? Vale a pena a gente pensar sobre isso.

9 maneiras de aliviar a sobrecarga

Eu já escutei que não existe essa história de ponto de equilíbrio, e acredito que para muitas pessoas essa realidade pareça tão distante que o conceito seja uma utopia mesmo. Para mim foi assim durante boa parte da minha vida, até bem recentemente na verdade. Em momentos de crise, chegava a chorar por estar tão cansada que a ideia de largar tudo e me esconder numa toca parecia muito atrativa.

Mas a vida não é assim. As contas não param de chegar (sejamos realistas) e o que na realidade provoca esse sentimento louco de fuga não é o trabalho em sim, mas a forma como lidamos e pensamos em trabalho. Eu ainda tenho muito o que aprender e colocar em prática, mas afirmo que o pouco que já consegui colocar em prática do livro já me aliviou um bocado.

Importante: se mesmo dando aquela aliviada na sobrecarga, você ainda sente que tem algo errado e que não consegue lidar sozinho. Não exite em procurar ajuda!

Abaixo a Christine Carter, lista rapidamente 9 maneiras de aliviar a sobrecarga. São pontos bem simples e práticos, nada fora da realidade (porque aqui é humano falando com humano, ou seja, só gostamos do que é aplicável). Estou dizendo que vai ser moleza? Não, não estou dizendo isso. Mas vale tentar. Uma dica a cada mês, que sabe? Não tem regras. O que vale é a ação em si.

1. Faça a sua cama.

Tapa na cara logo no início. Costuma sair de casa e deixar a cama uma zona? Pois é, amigos. Para a autora “há alguma verdade na ideia de que o estado da sua cama reflete o estado da sua mente”. Então, dá uma olhada na sua cama. Quanto tempo faz que você não troca o lençol e a fronha? Começamos por aí. Porque esticar o cobertor por baixo de um emaranhado de roupa e bagunça é mentir pra si mesmo, né?

2. Ajuste o celular para que entre automaticamente no modo silencioso uma hora antes de você se deitar.

Alguém sabe como faz isso no celular? Eu achei essa ideia genial. Ainda mais pra quem trabalha como freelancer e fica toda hora recebendo e-mails, bipes de whatsapp e aqueles sinais sonoros que automaticamente te acordam e dão aquela sensação de que você está perdendo algo. Só que a única coisa que estamos perdendo são as preciosas e restauradoras horas de sono (falaremos de sono em outro post!).

3. Desenvolva uma maneira de “negar de modo gentil”.

Um dos grandes problemas da humanidade hoje é não saber dizer “NÃO”. Palavra pequena, mas tão difícil de praticar. Parece que estamos sendo maus ao dizer não para pessoas, lugares e situações. Que não fazemos mais parte de um grupo seleto e especial. Gente, por favor! Carter explica no livro que não somos capazes de fazer milhares de coisas ao mesmo tempo e no período de 24 horas que temos, por isso a importância de negar tudo aquilo que, pode até ser legal, mas não irá acrescentar nas suas 5 maiores prioridades de vida. Saber dizer não também é uma forma de se manter equilibrado e saudável. Comece a treinar! Dói no começo, mas depois passa.

4. Desligue sua TV, a menos que deseje ver algo específico.

O grande volume de informações jogadas em nós pela televisão é absurdo. Graças a Deus temos Netflix e outros aplicativos que nos permitem pular anúncios ou até mesmo não recebê-los. Ela é bem categórica ao dizer “nunca assista aos comerciais – grave seu programa, para ver apenas o que lhe interessa”. Se expor a todos esses estímulos nos deixam estressados e menos produtivos.

5. Faça ao menos uma refeição por dia sem realizar qualquer outra coisa ao mesmo tempo.

Quanto tempo faz que você não senta para comer e apreciar somente a comida e seu sabor? Confesso que tiro o almoço, muitas vezes, para ver os stories de quem eu sigo. Porém isso não é o ideal. É como comer vendo TV, você não presta atenção na comida e pode acabar comendo demais ou de menos. Prestar atenção ao momento presente é outra forma de se manter menos ansioso e mais perto de alcançar seu ponto de equilíbrio. Tarefa nada fácil.

6. Tome decisões sobre coisas rotineiras apenas uma vez.

Isso facilita suas escolhas do dia a dia e economiza tempo para outras atividades que vão exigir mais de você. Por mais que as opções disponíveis para tudo em nossa vida sejam inúmeras, Carter explica que o melhor é se manter fiel ao que você gosta e ponto final. “Compre sempre as mesmas marcas, escolha o mesmo visual em cores diferentes para que não tenha que decidir o que vestir todas as manhãs, prepare as mesmas refeições básicas na maioria dos dias da semana”, e por aí vai.

Confesso que praticar essa dica me tornou uma pessoa mais consciente do que gosto e facilita meu dia a dia. Por exemplo: quando quero comer macarrão fora de casa, sempre vou no Bona Panqueca e peço o mesmo tipo de macarrão e tenho apenas duas variações de molho que alterno para não enjoar. Pronto! Não fico com fome rodando todas as opções da praça de alimentação e correndo o risco de pagar por algo que não vou gostar.

7. Organize uma gaveta ou prateleira por dia.

Tem mais coisas bagunçadas na sua casa do que somente a sua cama? Bom,  a dica é ir devagar e arrumar aos poucos. No fim, tudo vai estar arrumado e mais claro na sua vida. De verdade!

8. Estabeleça uma “folga” para estar com seus amigos e familiares.

Acredito que são eles que nos conectam com nossas raízes e trazem felicidade genuína à nossa vida. Se sua vida é muito louca e não consegue parar aos fins de semana, comece marcando na agenda um horário específico para eles. Leve a sério, como se esse tempo fosse tão importante quanto uma reunião de trabalho.

9. Deixe de ser multitarefas.

Eu lembro que quando estava na faculdade, o maior orgulho era dizer que a pessoa era multitarefa. Saber fazer várias coisas ao mesmo tempo era significado de ser produtivo, rápido e competente. Porém diversos estudos mostraram que nós não nascemos para ser multitarefas e que ao invés de sermos produtivos, nos tornamos mais lentos e ineficientes em nossas atividades. De acordo com os estudos citados por Carter em seu livro, ser multitarefas “o torna propenso a erros. Você pensa que está produzindo mais, quando, na verdade, acaba se tornando ineficiente”.

Só aqui já tem exercícios pro resto do ano todo. Mas o intuito aqui é colocar a mão na consciência e perceber se seu estilo de vida tem te levado a ser mais produtivo, saudável e eficiente ou não. Eu tenho tentando colocar todas essas dicas em prática e boa parte delas me ajuda bastante, ainda mais porque sou ansiosa e com fortes tendências a procrastinação. Então, pra mim, precisa ser simples e prático.

Espero que essas dicas possam te ajudar a ter uma vida com mais equilíbrio. Colocou alguma dessas dicas em prática? Me conta nos comentário se funcionou ou não pra você.

Dramas Coreanos | My Shy Boss

Essa semana terminei mais um drama coreano intitulado My Shy Boss. Não sei se já falei aqui, mas assisto todos esses doramas no Drama Fever e esse estava na minha lista dramas. Bom, a história é bem curtinha e está dividida em 16 episódios não tão curtos assim, acho que em média eles devem ter 1h cada com direito a spoiler do próximo episódio.

Toda a narrativa da série gira em torno do Eun Hwan Ki, dono de uma grande empresa de relações públicas, e a Chae Ro Woon, uma atriz que desistiu dos palcos e entrou para a empresa de RP por motivos um pouco duvidosos. O grande problema do Hwan Ki é seu extremo desconforto de falar com estranhos e até mesmo falar o que pensa para as pessoas mais próximas. Isso gera um mal entendido atrás do outro, o que leva a empresa toda morrer de medo dele – mesmo sem ele abrir a boca.

Como um alter ego na história, ele tem um amigo de infância chamado Kang Woo Il, que é o queridinho da empresa e é quem toma a frente na resolução de problemas. No decorrer da narrativa a gente percebe que um cobre o outro em um sistema de proteção. E tudo isso está diretamente ligado a uma situação que aconteceu há 3 anos na empresa e que foi o motivo da Ro Woon ser admitida na Brain RP.

Por mais rápida que seja a história (porque estou na saga de 40 capítulos de outros dois dramas coreanos), os capítulos seguem um pouco amarrados no começo. Você sente a agonia do Hwan Ki em não conseguir se expressar direito em contraposição a eletricidade e afobação da Ro Woon.

O final também ficou bem enroladinho ao meu ver. Algumas partes não se amarraram como imaginei, mesmo quando eles ficaram juntos. Enfim, vale o tempo gasto assistindo pelas temáticas: pessoas introvertidas, suicídio, auto-mutilação e tantos outros pontos que os personagens desenrolam e que nos fazem perceber que a melhor saída é sempre ser você mesmo. Tentar ser outra pessoa apenas te machuca em níveis muito profundos.

Tentei não dar muito spoiler, porque quero que assistam e compartilhem suas impressões comigo! E aí, o que acharam?